Como elaborar um projeto de pesquisa

O sucesso de um projeto de pesquisa, incluindo sua conclusão com publicação em uma boa revista e aceitação pela comunidade, depende fundamentalmente da qualidade da sua elaboração. Quanto mais você investir no planejamento do projeto, menos dor de cabeça terá depois, durante a coleta e interpretação dos dados. Imprevistos sempre podem acontecer; porém, quando não se faz um bom planejamento, os imprevistos são a regra e não a exceção. Por isso, resolvi elaborar este guia prático, a fim de orientar alunos na hora de elaborarem seus projetos. Mas enfatizo que este guia não visa à formação de autodidatas. É essencial ter um bom orientador. Tendo isso em mente, seguem algumas recomendações.

O que você quer saber?

Um cientista realiza um projeto de pesquisa básica, acima de tudo, para matar sua curiosidade sobre como funciona uma parte da natureza. Logo, o mais importante é saber exatamente que pergunta você quer responder com o projeto. Todo o resto está ligado a essa curiosidade central, que é sua motivação para o trabalho. Jamais comece um projeto se não souber exatamente aonde quer chegar. Em raríssimos casos é possível fazer descobertas interessantes sem ter uma pergunta a priori; porém isso é a exceção, não a regra. Assim, sempre tenha uma boa pergunta para responder no seu projeto.

A teoria e a prática

É fundamental que, nas ciências naturais como a Biologia, a área teórica esteja em comunhão com a empírica ― esta segunda inclui experimentos e observações, tanto no campo quanto no laboratório. Isso significa que não tem sentido os biólogos experimentais trabalharem sem se orientar pelas teorias da sua área. Por outro lado, também não tem sentido as hipóteses e teorias não serem testadas na prática. Todo e qualquer trabalho científico deve ser baseado em um contexto teórico, que vai sendo sistematicamente confrontado com a realidade. Portanto, não almeje descrever só por descrever, comparar só por comparar e não imagine que a falta de conhecimento sobre um táxon ou sua simpatia por ele são motivos suficientes para estudá-lo. Além disso, não correlacione todas as suas variáveis para ver se por sorte emergem alguns padrões. Ao contrário, tente criar hipóteses claras e testáveis baseadas nas teorias atualmente aceitas na sua área. Seguindo a parábola de Karl Popper, use uma “lanterna” na coleta de dados, não um “cesto” (veja o artigo original, “The bucket and the searchlight”, no livro Philosophy of Ecology).

Crie uma base forte

Para criar uma base teórica sólida dentro de uma das ciências biológicas (e.g. Ecologia), comece escolhendo um tema de interesse e lendo primeiro os livros e revisões gerais relacionados. Dê preferência às revisões mais recentes e publicadas nas revistas mais importantes (e.g. TREE, AREES, The American Naturalist, Ecology, Oikos, Oecologia, Journal of Animal Ecology). Leia depois os trabalhos teóricos e empíricos mais importantes (i.e., os mais citados ou que criaram novos conceitos) feitos até o momento, principalmente os pioneiros e os de vanguarda. Por fim, mantenha-se atualizado sobre a literatura, lendo os resumos dos estudos de caso e analisando em detalhe apenas os trabalhos mais relevantes. O que importa não é quantidade, mas sim a qualidade da leitura (o que se lê e o quanto se compreende). Não leia apenas trabalhos sobre o táxon que você usará como modelo de estudo, mas também trabalhos sobre o tema geral do seu projeto. No caso de trabalhos com métodos complexos emprestados de outras ciências, leia também artigos que usaram esses mesmos métodos para outros fins. Através da leitura e das conversas com colegas, descubra quais são as principais lacunas de conhecimento dentro desse tema, avalie quais delas parecem oferecer campos de trabalho mais promissores e veja qual dessas lhe parece mais atraente e factível, considerando o tempo e o dinheiro disponíveis.

Defina o problema a ser resolvido

Tendo escolhido a lacuna a ser preenchida, ou seja, o tema principal do seu projeto, pense em qual questão específica você gostaria de resolver dentro dele. Escolha uma só, não tente resolver um monte de coisas ao mesmo tempo. Elabore essa questão na forma de uma pergunta simples e objetiva, que possa de fato ser respondida dentro do tempo que você tem disponível. Dê especial atenção à estrutura lógica da formulação do seu projeto, evite pensamentos circulares ou perguntas impossíveis de se responder objetivamente. Discuta com colegas mais experientes na mesma área sobre a relevância de sua pergunta e a forma como pretende abordá-la. Entre duas idéias, sempre prefira aquela que pode gerar uma contribuição mais significativa.

Defina claramente a abordagem do seu projeto

Via de regra, nas ciências naturais, há três abordagens principais que você pode escolher: o seu projeto pode ser descritivo, hipotético-dedutivo ou teórico. Um projeto descritivo visa apenas apresentar as características de um organismo, um tipo de interação, uma população, uma comunidade, um ambiente ou qualquer outra entidade ecológica. Um estudo hipotético-dedutivo tem por objetivo testar hipóteses criadas a partir do conhecimento que já se tem sobre um sistema de interesse. Por fim, um estudo teórico visa, com base em todas as informações que se tem sobre um tema, tentar tirar uma “moral da história”, dando um sentido maior a todas as idéias elaboradas e evidências coletadas até então. Todos os três tipos de estudo são fundamentais em qualquer ciência natural, pois se retro-alimentam, ajudando a ciência a crescer. Contudo, é preciso definir claramente que abordagem dará ao seu estudo, e ser coerente com essa escolha. Por exemplo, não dá para dizer que um estudo é puramente descritivo, e depois apresentar um monte de testes de hipóteses descontextualizados nos resultados.

Use uma boa estrutura lógica

Agora você pode começar a escrever o projeto. Use a seguinte estrutura, que é muito produtiva, além de ser padrão: Introdução, Objetivo e Hipóteses, Métodos, Resultados Esperados, Cronograma, Orçamento e Referências. Recomendo escrever as seções nesta mesma ordem, que segue a lógica natural da elaboração de um projeto, porém cada cientista tem seu modo pessoal de fazer isso; o importante é todas estarem em sintonia depois. Veja Volpato (2007b) para entender melhor o porquê dessa estrutura.

Com relação à estrutura lógica e à logística do projeto, recomendo fortemente colocar suas idéias na forma de um diagrama, como um fluxograma. Assim fica muito mais fácil pensar sobre quais variáveis afetam quais, e também planejar quais etapas devem ser cumpridas primeiro, para que se possam cumprir etapas mais avançadas. Muitas vezes, na primeira vez em que representamos a idéia de um projeto como um diagrama, notamos que algumas coisas simplesmente não fazem sentido e, então, temos a oportunidade de reformulá-las.

Procure usar também a boa e velha estrutura do método hipotético-dedutivo, arrumando o esqueleto do seu projeto de acordo com perguntas, hipóteses e previsões.

Introdução: de onde veio a idéia para o projeto e por que ele é relevante?

Esta seção serve para informar ao leitor qual é a área do conhecimento maior onde seu trabalho se insere, qual problemática ele aborda, qual pergunta específica ele se propõe a responder e por que essa resposta é relevante. Não fale demais, contando tudo que acha importante: vá direto ao ponto. O leitor não precisa saber o quanto você é erudito. Ele precisa entender de onde veio e qual é a relevância da sua pergunta. O texto deve ter uma seqüência lógica que pareça ser a mais natural possível e que termine introduzindo sua pergunta, hipótese e predições. Vá do geral (teoria) ao particular (objetivo).

Objetivos: por que realizar esse projeto?

Recomendo escrever esta seção junto com a introdução, no final dela. Mas alguns financiadores exigem que os objetivos e hipóteses venham separados da introdução; veja qual é o formato exigido. Aqui você esclarece qual é o objetivo do seu trabalho, ou seja, o que você quer descobrir. Você também apresenta nesta parte quais perguntas pretende responder, quais hipóteses pretende testar e o que espera observar. O objetivo é a razão de ser do seu trabalho, o problema que você pretende resolver. As perguntas são coisas que você precisa descobrir para alcançar seu objetivo maior. As hipóteses, por sua vez, são possíveis respostas para essas perguntas, ou seja, explicações que você considera aceitáveis para explicar o fenômeno de interesse. Por fim, as previsões são parecidas com hipóteses, porém são mais palpáveis: contam o que você espera observar concretamente no seu trabalho. A diferença básica entre hipóteses e previsões é que hipóteses não fundamentalmente teóricas e gerais, enquanto previsões são operacionais e específicas. Portanto, nas hipóteses você deve falar de variáveis teóricas, enquanto que nas previsões você deve falar de variáveis operacionais. Veja as diferenças em detalhes na próxima seção.

Operacionalização: defina bem os tipos de variáveis

É fundamental fazer uma boa escolha das variáveis. Filosoficamente, existem dois tipos básicos de variáveis: as teóricas e as operacionais. As variáveis teóricas são aquelas que de fato você quer estudar, mas que não pode medir diretamente, porque são abstrações. Já as variáveis operacionais são, na verdade, representações ou “termômetros” das variáveis teóricas, mas que podem ser medidas diretamente. Portanto, em uma pesquisa científica, estudam-se variáveis teóricas, porém usando-se as operacionais como medida das primeiras. Não se testa diretamente uma hipótese; testam-se as previsões derivadas dela e, caso estas sejam confirmadas, presume-se que a hipótese é de fato uma boa explicação para o fenômeno. As variáveis teóricas devem ser descritas na introdução, enquanto as operacionais podem ser explicadas também nesta seção ou nos métodos. No título do trabalho devem aparecer apenas as variáveis teóricas, a não ser que o objetivo do trabalho seja testar um método. Por exemplo, alguém pode querer estudar algum fenômeno relacionado ao tamanho de um determinado organismo. Porém, o tamanho é um conceito abstrato, que não pode ser medido objetivamente. Sendo assim, deve-se escolher uma variável operacional que o represente, por exemplo, o comprimento ou a massa do organismo. Para dar mais um exemplo, não se mede “estresse” diretamente, pois esse é um conceito abstrato; mede-se, por exemplo, o nível de corticóides no sangue de um determinado animal, porque essa é uma boa representação do seu grau de estresse. Leia Farji-Brener (2003 e 2004), assim como Volpato (2007b), para entender melhor a diferença entre hipótese e previsão. Uma má escolha das variáveis operacionais leva o projeto ao fracasso, porque torna impossível representar e medir o fenômeno de interesse. Esse processo de transformar o abstrato em concreto se chama operacionalização.

Métodos: o que exatamente você vai fazer para responder a pergunta?

Um estudo é científico, apenas se puder ser replicado. Por isso, é fundamental escrever uma boa seção de métodos, que deixe claro como você vai conduzir o estudo e como outros poderiam replicá-lo. Tendo formulado bem a pergunta, a hipótese e a previsão, você enxergará claramente qual é o melhor método para atingir seu objetivo. Nesta seção o leitor deve entender como os métodos escolhidos testarão adequadamente as previsões e, indiretamente, as hipóteses. Considere primeiro o método mais adequado para cada previsão, independente do custo. Caso você perceba que não conseguirá verba suficiente para o projeto, procure métodos alternativos, improvise em alguns pontos. Mas não torne o improviso uma regra em sua carreira. Em outros casos, procure algum colega que tenha o equipamento, software ou material de que você precisa: se ele se interessar cientificamente pelo projeto, proponha uma parceria; caso contrário, pague para usar o equipamento ou peça como um favor. Se você achar que não terá recursos para responder a pergunta da maneira adequada, nem improvisando, então mude de projeto. É melhor mudar logo no começo, do que ter um trabalhão, gastar uma verba enorme e depois descobrir que seus dados não servem para responder a pergunta original. Se você for usar métodos com os quais não tem total intimidade, consulte sempre alguém mais experiente. Especialmente no caso das análises estatísticas, que geralmente são mal empregadas em Ecologia, não deixe de ouvir a opinião de um estatístico ou, na falta dele, de outro cientista que domine bem a análise em questão. Considere como “especialistas de verdade” as pessoas que de fato publicam em boas revistas sobre determinado assunto ou que usam determinado método freqüentemente em seus trabalhos ― e não aquelas que apenas dizem ser especialistas ou se limitam a dar aulas sobre o assunto. Uma parte fundamental da definição dos métodos é estimar o tamanho amostral mínimo necessário para testar suas previsões; com base na literatura e, se possível, também em um estudo piloto, faça cuidadosamente essa estimativa e evite coletar dados insuficientes ou gastar mais recursos do que o necessário.

Resultados esperados: aonde você quer chegar?

Presumindo que você formulou bem a pergunta e escolheu o método mais adequado para respondê-la, você deve ser capaz de prever quais resultados obterá ao concluir seu projeto. Quais previsões devem ser confirmadas? Por quê? Que implicações isso poderá ter para a rejeição ou aceitação da hipótese de trabalho? A pergunta central do projeto poderá ser respondida por interior ou em parte? Qual será a implicação maior das descobertas feitas no projeto? Lembre-se de que você deve saber exatamente aonde quer chegar, antes de começar o projeto. Veja aqui um post inteiro focado na seção de resultados esperados.

Cronograma: quando você pretende concluir cada etapa do projeto?

Estabeleça um cronograma para o seu projeto. Divida o trabalho todo em etapas e imagine até que datas você terá iniciado e terminado cada uma delas. Dividir um projeto em etapas permite se organizar bem melhor e nos dá mais motivação para o trabalho a cada etapa concluída, pois sentimos que estamos progredindo. Considere, pelo menos: elaboração e redação do projeto, escolha do patrocinador, aquisição de verba, compra de equipamentos, coleta de dados (campo, laboratório, literatura, banco de dados etc.), análise e interpretação de dados, elaboração de relatório aos patrocinadores, apresentação em um congresso e publicação em uma revista especializada. Seja bem realista e coloque sempre uma folga, para não estourar seus prazos. As coisas nem sempre saem como planejamos. Não se comprometa a fazer coisas demais. Se você fizer pouco, mas bem feito, será muito melhor do que gerar um monte de dados inconclusivos (ou seja, insuficientes ou inadequados para responder suas perguntas).

Referências: de onde vieram as idéias que formam a base do projeto?

Liste nesta seção todos os trabalhos científicos que você tiver citado no projeto. Siga um formato padrão, geralmente o do patrocinador. Se você souber lidar com softwares bibliográficos (por exemplo, Mendeley, Endnote, Reference Manager, Zotero e BibTex), use-os para construir as citações e a lista de referências, pois assim poderá usar formatações e atualizações automáticas, poupando um precioso tempo e diminuindo a chance de erro. Evite citar trabalhos demais, colocando várias citações para uma mesma idéia. Cite apenas quem propôs cada idéia originalmente ou quem a atualizou de maneira mais convincente. Sempre tem alguém que falou algo primeiro ou melhor. Citar vários trabalhos para uma mesma idéia não a torna mais convincente para o leitor; torna apenas o texto mais chato de ler. Se quiser dar exemplos de estudos sobre um tema extensivamente investigado, limite-se a dois ou três.

Orçamento: do que precisa para atingir seus objetivos?

Ninguém executa um projeto sem dinheiro, mesmo que seja pouco. Na maioria dos casos, o cientista não dispõe prontamente dos recursos necessários, então precisa pedir financiamento para uma agência de fomento à pesquisa, órgão governamental, ONG, sociedade científica ou empresa privada. Assim, fazer um bom orçamento é uma parte fundamental da elaboração de um projeto cientifico. Escolha cuidadosamente para quem você pedirá verba. Veja se o potencial patrocinador (1) tem uma missão relacionada ao escopo do seu projeto, (2) oferece verba suficiente para cobrir seus custos, (3) demora a dar uma resposta e liberar a verba, e (4) não está envolvido em práticas que você condena. Você deve seguir sempre o modelo do seu patrocinador em potencial, pois nas grandes instituições de fomento sempre há formatos padrão, formulários padronizados, cadastros online etc. No geral, você precisa pensar em sete grandes categorias de gastos: bolsas, serviços, material permanente, material de consumo, diárias, transporte e despesas diversas. As bolsas servem para a remuneração do investigador principal e seus estudantes e auxiliares. Serviços são sempre necessários em um projeto de pesquisa, incluindo aí correio, consertos, fotocópias, auxiliares de campo, técnicos de computação e outros. O material permanente são os bens duráveis que você adquirirá para o projeto, como computadores, mesas, armários, microscópios, centrífugas, câmeras fotográficas e demais equipamentos. Já o material de consumo engloba os bens não-duráveis, como cartuchos de impressora, resmas de papel, marcações de campo, radiotransmissores para telemetria, material de escritório, pilhas e afins. O item das diárias se refere a sua manutenção durante viagens de trabalho, para coleta de dados em campo, colaboração com colegas de outras cidades, participação em eventos científicos e similares. Você também deve pedir verba para transporte, que está  relacionada às mesmas atividades comentadas no item diárias. Por fim, o item de despesas diversas serve para você se precaver contra despesas adicionais, pois elas sempre são necessárias, por mais que planejemos tudo bem. Sempre calcule uma folga no orçamento; caso sobre verba ao final do projeto, devolva ao patrocinador.

Último passo antes de brigar por verbas

Finalmente, quando você achar que o projeto está pronto, deixe-o na gaveta por uma semana. Pegue-o depois para revisar. Charles Darwin disse, em sua autobiografia, que após algum distanciamento nos tornamos ótimos revisores dos nossos próprios trabalhos. Só então peça a opinião de um colega de confiança e, de preferência, mais experiente, que (1) seja bom na área e bem crítico, (2) não seja vaidoso ou invejoso demais e (3) que não vá roubar suas idéias.

Leituras sugeridas 

Agradeço a diversos colegas que contribuíram com sugestões para este guia.

* Publicado originalmente em 2007.

Saiba bem aonde quer chegar, antes de começar um projeto…

14 respostas em “Como elaborar um projeto de pesquisa

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