Repasse do Simpósio de Comunicação Científica e Impacto no 10º CBMz

Olá pessoal,

Aqui estou para mais um post em meio à correria do doutorado, incêndios na Amazônia e a certeza de uma necessidade: precisamos nos comunicar melhor!

No dia 12 de Setembro tivemos a alegria de discutir sobre comunicação contifica em um simpósio que eu organizei no X CBMz (lembram do convite aqui no blog?).

Só posso dizer que a discussão foi ótima. E também que foi o melhor congresso brasileiro que já participei.

Felizmente, para quem não tem nada a ver com mastozoologia, mas se interessa por divulgação científica e medidas de impacto, tenho uma ótima notícia: O simpósio foi gravado e compilado como episódio de podcast! Quem teve essa excelente iniciativa foi o Fernando Lima, do DesAbraçando árvores! Fer, obrigada por fazer esse belo trabalho! Para quem quiser conferir, clique aqui.

Falamos sobre storytelling, exposição nas redes sociais, demandas por divulgação científica e muito mais. Recomendo a todos que ouçam! Podemos continuar essa discussão aqui no blog comentando aqui embaixo e também como resposta ao episódio, enviando um email para desabrace@desabrace.com.br.

O conteúdo das apresentações disponíveis no episódio é o seguinte:

Título: “White papers, releases e escala de impacto
Palestrante: Renata Muylaert (Unesp, Sobrevivendo na Ciência)

Título: “Comunicação Científica sem firula
Palestrante: Fernando Lima (DesAbraçando Árvores)

Título: “A comunicação científica e o sermão do lótus
Palestrante: Marco Mello (USP, Sobrevivendo na Ciência)

Título: “O papel das redes sociais na difusão da ciência
Palestrante: Milene Alves-Eigenheer (eco.et.al)

Esperamos ver a ciência brasileira sendo cada vez mais e melhor divulgada! Agradeço demais a todos os participantes e ouvintes do simpósio, que estava simplesmente lotado, lindo demais!

Palestrantes do Simpósio sobre Comunicação Científica e Impacto no décimo congresso brasileiro de mastozoologia. Da esquerda para a direita: Rodrigo Medellín, Milene Alves Eigenheer, Fernando Lima, Roberta Bonaldo, Marco Mello e Renata Muylaert.

5 respostas para “Repasse do Simpósio de Comunicação Científica e Impacto no 10º CBMz”

  1. Oi Rê, parabéns pela iniciativa de organizar esse simpósio e muito obrigado por me convidar! Como você sabe, faço divulgação científica há mais de 20 anos e sempre fiquei preocupado com a falta de interesse pelo assunto (ou mesmo desdém) por parte da esmagadora maioria dos colegas. Felizmente, nos últimos anos as novas gerações passaram a se interessar cada vez mais por divulgação científica, graças à popularidade de novas mídias como vlogs e podcasts. 2019 parece estar sendo um ano de virada nesse sentido, com um número cada vez maior de cientistas de diferentes gerações se engajando nessa atividade. Isso vem para nos lembrar que, mesmo em meio a um cenário de crise, nascem coisas boas que merecem ser incentivadas. Tudo nesse mundo tem um lado yin e outro yang.

    1. Oi Marco,

      obrigada pelo seu comentário. Com certeza, a crise/desvalorização da ciência e da educação acabaram levando os cientistas a se movimentar e criar canais novos, melhorando a comunicação. E constatar que há muito trabalho pela frente só me motiva a querer trabalhar mais. Fico muito contente de ver que nosso simpósio acabou tendo uma repercussão muito positiva, tanto naquele momento quando após o congresso. Isso porque a #umdiadecientista está sendo mais utilizada, e os feedbacks e o burbúrio todo são muito positivos! Vários momentos no congresso foram complementares a esta discussão. Recomendo muito a continuação dessa discussão sobre comunicação científica no papo do Hugo Fernandes com o Fernando Lima e ouvintes do Desabraçando Árvores #025.2 https://www.desabrace.com.br/

      Vamos que vamos!

      1. Que maravilha essa repercussão! Acho que a coisa mais importante que devemos fazer neste momento, para sairmos dessa crise e evitarmos outras similares, é reconquistar a confiança da sociedade. E só faremos isso através de um investimento pessoal e institucional pesado em divulgação científica e educação científica. Ou seja, além de falarmos diretamente com a sociedade sobre o que fazemos, precisamos também melhorar muito a maneira como a ciência é ensinada nas escolas.

  2. Tema importantíssimo, e pelas discussões prévias que tivemos em Rio Claro, com certeza foi uma discussão de altíssimo nível e elevadíssima importância. Um Viva a Tia Cotinha!!! Orgulho Leeciano, claro!

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