O que se espera de um projeto de pesquisa em diferentes níveis acadêmicos?

Mais uma vez, seguindo uma ótima sugestão do Pavel Dodonov, resolvi escrever um post sobre um assunto que angustia muitos aspiras: o que se espera de um projeto de pesquisa, dependendo da fase da carreira em que você está?

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Palestra sobre método científico, redes ecológicas e conservação!

Agora em maio de 2014 participei da Conferência Nacional de Biologia da Conservação promovida pela Bocaina Conservação: http://cnbc.com.br/.

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O que são os tais resultados esperados de um projeto?

Em outros posts neste blog, já expliquei o que são teorias, perguntas, hipóteses e previsões. Em outros posts tratei também dessas questões sob o ponto de vista das análises quantitativas. Também já falei de maneira mais ampla sobre como elaborar um projeto de pesquisa e sobre o que fazer quando ele dá errado. Chegou a hora de abordar uma outra grande fonte de confusão entre cientistas aspiras (e até mesmo entre veteranos…): os resultados esperados de um projeto.

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Cursos do segundo semestre de 2014: Redes Ecológicas e Bat Bioacoustics

No próximo semestre, 2014/2, oferecerei dois cursos no PPG-ECMVS/UFMG: Redes Ecológicas e Bioacoustics Applied to Bat Research.

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Um artigo publicado não é a palavra final em um debate

Apesar de ainda representar a minoria dos casos, está ficando cada vez mais comum alunos de pós-graduação chegarem no dia da defesa com um ou mais artigos da tese já publicados ou aceitos em revistas. Isso é ótimo e tem representado uma grande mudança na cultura acadêmica brasileira. Porém, como em toda novidade, novas questões acabam surgindo naturalmente. Aqui quero focar em uma delas: um artigo publicado não representa a palavra final no assunto estudado.

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Um bom título deve ser como uma manchete de jornal

Muitos cientistas aspiras dão pouca importância aos títulos dos projetos, trabalhos de conclusão de curso e artigos que escrevem. Tratam-nos como se fossem meras chatices burocráticas, perda de tempo. Afinal de contas, o que importa é apenas o texto em si, não é mesmo? Aqui neste post quero desfazer esse terrível engano e passar algumas dicas sobre como elaborar um bom título para, assim, aumentar as chances de o seu trabalho ser encontrado, lido e utilizado.

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Vale a pena escrever a minha tese no formato clássico de dissertação?

Esta é uma pergunta que muitos alunos me fazem e que já abordei en passant em outro post. Ela ainda gera polêmica, embora já esteja se chegando a um consenso sobre as vantagens de escrever teses* na forma de coletânea de artigos científicos. Aqui vou abordar essa questão do ponto de vista das ciências naturais.

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